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Renacionalização da TAP é um passo atrás no modernização

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A companhia aérea TAP foi pega de surpresa, assim como todas no mundo pela pandemia do coronavírus e está sofrendo as suas consequências, portanto não se trata de má gestão da empresa e sim uma fatalidade do momento que vai passar.

Humberto Pedrosa, empresário português e detentor, juntamente com o brasileiros/norte-americano David Lemann, de 45% das ações da TAP, disse que a renacionalização da companhia será um retrocesso no projeto de modernização que empresa. Pedrosa classifica como “um passo atrás”, se essa decisão for tonada pelo governo português, que detém 50% das ações. Os 5% restante pertencem aos funcionários da empresa.

O empresário português defende um financiamento a curto prazo e a injeção de capital, para dar folego a empresa e assim para cruzar a tempestade. A companhia espera volta a voo em maio ou junho, mostrando a força de uma das companhias áreas mais tradicionais do mundo e que tem um grande serviço prestado a Europa e as Américas

Em entrevista ao Jornal Económico, Humberto Pedrosa defendeu que “o contributo dos acionistas privados na TAP tem sido muito positivo, sobretudo na modernização da empresa e na renovação da sua frota de aviões.

A empresa entrou no Programa Lay-off do governo português, buscando ajuda financeira para pagar os salários dos trabalhadores e assim evitar demissões. Todos os voos foram suspensos e os colaboradores colocados em férias; assim como 90% das outras companhias aéreas no mundo, devido as medidas sanitárias recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).