Home CONEXÃO BRASIL Empresário brasileiros engrossa e cobram de Bolsonaro ajuda para o turismo

Empresário brasileiros engrossa e cobram de Bolsonaro ajuda para o turismo

0
0

 

Os empresários do setor de turismo no Brasil resolveram engrossa o discurso enviando uma carta direta ao presidente Jair Bolsonaro, comprando dele mais atenção o segmento que é um terceiro maior gerador de emprego do país. Segundo ainda os empresário a MP editada não contempla o setor que deveria ter o apoio do governo, assim como em outros países como Portugal, que anunciou a liberação de 200 milhões de euros para as empresas e os Estados Unidos e Espanha de apoio as companhias aéreas.

Na carta eles realçam a importância das entidades autoras do documento, que em 2019 foram responsáveis pela movimentação R$ 238,6 bilhões na economia nacional e quase três milhões de empregos. “Dentre outros dados e informações já compartilhados, e que ora ratificamos coletados por esse conjunto de entidades representativas tem-se a indicação no mês de março de 2020, de taxas de cancelamento de viagens que já ultrapassam 85%”, continua.

 

São Paulo, 24 de março de 2020.

Ao
EXCELENTÍSSIMO SR. PRESIDENTE DA REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL JAIR MESSIAS BOLSONARO

Em representação a todo o Governo Federal

REF.: a MP n.º 927 e o risco dos empregos do TURISMO do Brasil
Excelentíssimo Sr. Presidente,

As entidades abaixo signatárias representam, conjuntamente, a maior rede de distribuição de viagens através de todos os serviços turísticos demandados por consumidores de todo o Brasil. Tratam-se de associações, algumas delas existentes há quase 70 anos no Brasil, e que representam todos os nichos de atividades de agenciamento e operação de viagens brasileiras, contemplando e associando agências de viagens tradicionais, agências de viagens online, agências de viagens consolidadoras, agências de viagens corporativas e eventos, operadoras de turismo, dentre outras;

Como já compartilhado com os vários órgãos deste r. governo, em especial o Ministério do Turismo, o setor do turismo faturou em 2019, a cifra de R$ 238,6 bilhões, considerando a o conjunto de de atividades e serviços de hospedagem e similares, bares e restaurantes, transporte de passageiros, agências de viagens e cultura e lazer. Isso representa o número de pessoas formalmente empregadas nas atividades turísticas totalizando 2.983.080 (quase três milhões) de trabalhadores.

Dentre outros dados e informações já compartilhados, e que ora ratificamos, coletados por esse conjunto de entidades representativas tem-se a indicação no mês de março de 2020, de taxas de cancelamento de viagens que já ultrapassam 85% (oitenta e cinco por cento). Se considerado o mês de março do ano de 2019 que apresentou faturamento deste setor Turismo de R$19,2 bilhões de reais, os impactos são reais, incontestáveis e tristes, dificultando qualquer visão de sustentabilidade dos negócios, haja vista a iprevisibilidade de novos novos faturamentos.
Em tais termos, todo este setor, preocupado em demasia com a manutenção dos milhares de empregos de sua responsabilidade, de quais serão as vias de sustentabilidade destas incontáveis e respectivas famílias, expressa que a MP n.º 927 não apresenta, infelizmente, conteúdo a suportar e confortar de qualquer forma este segmento.

Por tal contexto, suplicamos a presente atenção e ajuda de Vossa Excelência para viabilizar a este segmento reais condições de cuidar de nossos colaborares, de suas famílias, de nossa atividade, do Turismo do Brasil!

Em tempo, ratificamos em todos os termos e declaramos apoio ao mesmo pleito realizado concomitante a este nosso de entidades irmãs que também representam o Turismo de nosso país:

Magda Nassar, presidente Abav Nacional;
Carlos Prado, presidente Abracorp;
Roberto Nedelciu, presidente da Braztoa;
Marco Ferraz, presidente Clia Brasil; J
uarez Cintra Neto, presidente AirTkt;
Marcos Lucas, presidente da Aviesp;
Maura Leão, presidente da Belta;
Teriana Selbach, presidente da Abeta;
Marcio Santiago, presidente da Brasil CVB;
e Michel Tuma Ness, presidente da Fenactur.