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Restaurante Rosa Pão é a novidade em Coimbra

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Quem for a Coimbra tem a partir de agora uma novidade gastronomica para aproveitar com um cardápio recheado de saudosismos com pratos da época de nossos avós. A novidade é o restaurante Rosa Pão, que fica junto ao junto ao Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, na margem esquerda do Mondego.  O Nome é sugestivo para lembrar à Rainha Santa Isabel e ao milagre dos pães transformados em rosas.

Excetuando os peregrinos que rumam a Santiago de Compostela e os turistas, que têm perto atrações como o Portugal dos Pequenitos ou o Convento São Francisco, é de propósito que se vai ali comer, observa Paulo Pechorro, responsável pelo restaurante a par com a mulher, Joana Botelho. Na cozinha está o chef Hugo Costa, que passou por algumas Pousadas de Portugal e por outras casas de Coimbra, como o Refeitro da Baixa.

O menu assenta na cozinha típica portuguesa, mas em pratos «não tão vistos, apesar de serem do receituário tradicional», explica Paulo Pechorro. Por exemplo, a língua de vaca estufada «as pessoas conhecem porque a mãe ou a avó faziam». O mais certo, porém, é ouvir que «não se comia há muito tempo», observa o empresário, que está ligado ainda a outros negócios na restauração, na cidade: o Sete Restaurante e o Café do Teatro Académico de Gil Vicente.

Pataniscas de bacalhau, peixinhos da horta, salada de ovas e pimentos.
Fotografia: Maria João Gala / Global Imagens

Entradas como peixinhos da horta, pimentos, pataniscas e salada de ovas são bons prenúncios do que aí vem: pode ser arroz de costelinhas com míscaros, açorda de bacalhau com coentros ou iscas de leitão acompanhadas por migas beirãs. Alguns pratos vão para a mesa em tachos, a dividir por duas pessoas, e outros servem também a vegetarianos – é o caso do risoto de cogumelos trufado ou da trouxa de legumes gratinados com queijo Rabaçal. Há ainda um menu de almoço mais acessível (custa 10 euros), cujos pratos vão variando.

Nas sobremesas procura-se, igualmente, escapar ao óbvio, como denunciam as farófias com leite-creme e crumble de canela ou a tarte de chocolate com gelado de leite condensado. À saída, vale a pena desfrutar da vista sobre a cidade e o rio – um doce final que aquela zona, mais elevada, oferece.

Entradas como peixinhos da horta, pimentos, pataniscas e salada de ovas são bons prenúncios do que aí vem: pode ser arroz de costelinhas com míscaros, açorda de bacalhau com coentros ou iscas de leitão acompanhadas por migas beirãs. Alguns pratos vão para a mesa em tachos, a dividir por duas pessoas, e outros servem também a vegetarianos – é o caso do risoto de cogumelos trufado ou da trouxa de legumes gratinados com queijo Rabaçal. Há ainda um menu de almoço mais acessível (custa 10 euros), cujos pratos vão variando.

Nas sobremesas procura-se, igualmente, escapar ao óbvio, como denunciam as farófias com leite-creme e crumble de canela ou a tarte de chocolate com gelado de leite condensado. À saída, vale a pena desfrutar da vista sobre a cidade e o rio – um doce final que aquela zona, mais elevada, oferece.

Vinhos da Bairrada

Por cima do Rosa Pão fica o Claustro Bar, que tem outra gerência, mas no restaurante também não falta o que beber. Na carta de vinhos destacam-se os da região da Bairrada.